Apesar de faltar formação superior para o deficiente mental, ele não é desprovido de direitos na sociedade, apesar desse direito ter sido adquirido há pouco tempo, o que falta é a sociedade se conscientizar disso. A grande maioria das pessoas já ouviu falar em noticiários, pessoas próximas ou até mesmo casos na família de maus tratos ou preconceitos contra o deficiente mental, isso ainda é comum pela falta de discernimento ou ignorância para se tratar esse portador, até hoje muitos acreditam que este não precisa ser respeitado devido sua condição.
Atualmente o governo se mostra atuante em garantir o espaço desses deficientes na sociedade, principalmente na educação:
“A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada, com a colaboração da sociedade, visando o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. (Constituição Federal, 1988, Capítulo III, Seção I, art. 205)”;
Nas escolas já existe uma integração entre os alunos, pois os alunos especiais já são aceitos em escolas regulares, isso é de suma importância para o desenvolvimento dessas crianças, pois cria oportunidades ímpares para seu desenvolvimento, assim também para os alunos ditos "normais” que fazem desse contato um aprendizado para se quebrar barreiras discriminatória que poderia ter ou a vir possuir com o tempo, além de despertar a solidariedade humana com o próximo, pois cada aluno, embora sendo de uma mesma classe, não possui os mesmos ideais ou discernimento e o professor dentro da ética profissional deve estar atento a tais diferenças que faz com que cada um seja único e respeitado dentro de suas particularidades.
É importante se ressaltar que o portador da deficiência mental não pode ser tratado de maneira “incapaz”, pois apesar de possuir esse retardo, ele é capaz de se desenvolver e ter sua independência na vida cotidiana, que é tão simples para uma pessoa "normal",onde um grande avanço para um portador de deficiência mental, assim ele poderá ser aceito na soiedade e dar sua parcela de contribuição no meio que vive.
Ana Cleide