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“A paciência é como a quilha de um barco: ela nos permite manter a estabilidade nos mares mais revoltos da vida enquanto continuamos a nos mover na direção que desejamos".


(Mary Jane Ryan, O poder da paciência, pag. 12)

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Resenha Deficiência Mental

      Apesar de faltar formação superior para o deficiente mental, ele não é desprovido de direitos na sociedade, apesar desse direito ter sido adquirido há pouco tempo, o que falta é a sociedade se conscientizar disso. A grande maioria das pessoas já ouviu falar em noticiários, pessoas próximas ou até mesmo casos na família de maus tratos ou preconceitos contra o deficiente mental, isso ainda é comum pela falta de discernimento ou ignorância para se tratar esse portador, até hoje muitos acreditam que este não precisa ser respeitado devido sua condição.
      Atualmente o governo se mostra atuante em garantir o espaço desses deficientes na sociedade, principalmente na educação:
 “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada, com a colaboração da sociedade, visando o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. (Constituição Federal, 1988, Capítulo III, Seção I, art. 205)”;
      Nas escolas já existe uma integração entre os alunos, pois os alunos especiais já são aceitos em escolas regulares, isso é de suma importância para o desenvolvimento dessas crianças, pois cria oportunidades ímpares para seu desenvolvimento, assim também para os alunos ditos "normais” que fazem desse contato um aprendizado para se quebrar barreiras discriminatória que poderia ter ou a vir possuir com o tempo, além de despertar a solidariedade humana com o próximo, pois cada aluno, embora sendo de uma mesma classe, não possui os mesmos ideais ou discernimento e o professor dentro da ética profissional deve estar atento a tais diferenças que faz com que cada um seja único e respeitado dentro de suas particularidades.
      É importante se ressaltar que o portador da deficiência mental não pode ser tratado de maneira “incapaz”, pois apesar de possuir esse retardo, ele é capaz de se desenvolver e ter sua independência na vida cotidiana, que é tão simples para uma pessoa "normal",onde um grande avanço para um portador de deficiência mental, assim ele poderá ser aceito na soiedade e dar sua parcela de contribuição no meio que vive. 

Ana Cleide

Resenha MEC/SEESP


Trata – se de um documento elaborado pelo Ministério de Educação na perspectiva de uma política nacional na Educação Especial para a Educação Inclusiva.
Os maiores problemas que a Educação Inclusiva vem enfrentando é a falta de estímulo à capacitação, melhores salários, reconhecimento e valorização para os profissionais da educação. Apoio por parte do governo em oferecer melhores condições de trabalho, hoje só tem professor de apoio, a turma que tiver cinco ou mais alunos com necessidades educacionais especiais nas escolas públicas. Os cursos de capacitação não oferecem sustentação para enfrentar o sistema, o professor recém formado não sabe como agir e não tem fundamento para a prática, são esses problemas que as políticas públicas devem tratar, e recursos pedagógicos para que seja desenvolvido um bom trabalho. A discriminação é outro grande problema, vivemos em uma sociedade de muito preconceito, talvez por não ser divulgada maiores informações, principalmente para a grande massa que é a classe social menos favorecida. Falam – se em políticas públicas, movimentos sociais mundiais, tudo em nome de uma boa educação para todos.
Reconhecem as dificuldades enfrentadas nos sistemas públicos de ensino, de confrontar a discriminação, por isso é preciso encontrar alternativas para que possa acabar com essa problemática. É preciso que o Ministério da Educação apresente uma proposta de políticas publicas nacionais de Educação Especial mais concreta, visando não só um contexto teórico, mais a prática vivenciada no dia a dia. Esse processo que universaliza o acesso à educação inclusiva, não tem a eficiência necessária para que as escolas se sintam seguras, para que inclua crianças com necessidades educacionais especiais, um conceito de cidadania fundamentada no reconhecimento das diferenças, de que todas as pessoas são iguais perante a Lei e tem os mesmos direitos a uma cidadania plena. Um sistema que determine de que forma serão atendidas suas necessidades definindo que práticas serão aplicadas, para que tornarão o acesso à inclusão propício para todos.  Temos relatos de que no Brasil o atendimento às pessoas com deficiências teve inicio há um século e meio. A Lei 4.024/61 de 1.961 está bem esclarecida quanto ao direito à educação de pessoas com deficiências, de preferência no ensino regular. Dez anos depois uma nova Lei, a de nº 5.692/71 altera a anterior definindo tratamento especial para alunos com qualquer deficiência, mas a organização de um sistema que realmente beneficie esses alunos não foi definida, o que tornou o acesso das pessoas com deficiência mais difícil ao ensino regular. Ao criar o Centro Nacional de Educação Especial, em 1973, o Ministério da Educação visava um atendimento diferenciado com ações educacionais às pessoas com deficiências, mas essas ações acabaram sendo vistas apenas como uma assistência e não um espaço de aprendizagem como era pretendido. Até aqui foram criados decretos que regulamentam Leis, resolução que estabelece diretrizes, convenção sobre direitos das pessoas com deficiências aprovadas pela a ONU na perspectiva que a Educação Inclusiva tenha sucesso. Mas o que se vê aqui são teorias, dados que muitas vezes deixa dúvidas pelo simples fato de que, ao se deparar com a realidade vivida na sala de aula, constata – se que falta muito para que a Educação Inclusiva “caminhe com as próprias pernas”                                                                                                                                                                                                                                                                                                              
Resenha elaborada na disciplina de Educação Inclusiva
Ana Cleide

Jogo da memória

JOGO DA MEMÓRIA
Jogo para trabalhar a Memória Visual, a Atenção, coordenação motora e Concentração. É Ideal para crianças maiores de quatro anos. O objetivo é simples. Encontrar os pares das figurinhas ocultas debaixo das tampinhas roxas.

A cada nova partida elas são redistribuídas em outras posições, de modo a nunca repetir uma situação anterior, o que garante horas de desafios sempre novos. 

É o tipo de atividade que pode ser trabalhada em duplas ou em grupos ao mesmo tempo. Um ficará no controle e o outro pode atuar como auxiliar de memorização. Sendo uma atividade de memorização e agilidade visual, ganham todos