SEJA BEM VINDO!
“A paciência é como a quilha de um barco: ela nos permite manter a estabilidade nos mares mais revoltos da vida enquanto continuamos a nos mover na direção que desejamos".
(Mary Jane Ryan, O poder da paciência, pag. 12)
(Mary Jane Ryan, O poder da paciência, pag. 12)
domingo, 4 de dezembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
O bom uso da imaginação
Um cachorrinho, perdido na selva, vê um tigre correndo em sua direção.Pensa rápido, vê uns ossos no chão e se põe a mordê-los.
Então, quando o tigre está a ponto de atacá-lo, o cachorrinho diz:
- Ah, que delícia esse tigre que acabo de comer!
Otigre para bruscamente e sai apavorado correndo do cachorrinho, e no caminho vai pensando:
" Que cachorro bravo! Por pouco não come a mim tambem!"
Um macaco, que havia visto a cena, sai correndo atrás do tigre e conta como ele havia sido enganado.
O tigre furioso, diz:
- Este cachorro vai me pagar!
O cachorrinho vê que o tigre vem atrás dele de novo e desta vez traz o macaco montado em suas costas.
" Ah, macaco traidor! O que faço agora?" Pensou o cachorrinho.
Em vez de sair correndo, ele ficou de costas, como se não estivesse vendo nada. Quando o tigre está a ponto de atacá-lo de novo, o cachorrinho diz:
- Macaco preguiçoso!
Faz meia hora que eu mandei me trazer um outro tigre e ele ainda não voltou!
" EM MOMENTOS DE CRISE, SÓ A IMAGINAÇÃO É MAIS IMPORTANTE QUE A SABEDORIA."
Albert Einstein
quinta-feira, 24 de março de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
OS TRÊS PORQUINHOS
Era uma vez três porquinhos que viviam com a sua mãe. Um dia ela disse-lhes:
- Queridos filhos, penso que já são grandinhos para viverem sózinhos e poderem trabalhar . Têm braços fortes e não lhes falta inteligência para pensar o que é melhor para cada um. Primeiro têm de construír as vossas próprias casas, perto uns dos outros e contarem com todos os perigos que possam surgir.
Os porquinhos puseram-se a caminho. De todos os três, o pequeno era o mais trabalhador, o do meio era trapalhão e o maior era preguiçoso. Como o mais velho era preguiçoso fez a casa de palha para ser feita mais depressa.
O do meio fez a casa de madeira pois também não gostava muito de trabalhar. Mas, o mais novo, o mais trabalhador, fez a sua com cimento e tijolos.
Um dia, apareceu o lobo que com um sopro derrubou a casa do mais velho e, com outro sopro derrubou a casa do porquinho do meio.
Os dois porquinhos muito amedrontados correram para casa do irmão mais novo com o lobo correndo atrás deles para os comer. O porquinho pequeno abriu-lhes a porta rapidamente e os irmãos entraram muito admirados por verem uma casa tão forte e tão bonita. O lobo pensava que a derrubava, soprava e dizia:
- Soprarei, soprarei e a casa derrubarei.
Mas, a casa era forte e ele não a conseguiu derrubar. Então, o lobo muito envergonhado fugiu e não voltou mais. Os porquinhos ficaram tão felizes que fizeram uma grande festa.
História adaptada por: Noélia Ataíde
Esta história é destinada a crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos; podendo também participar nela crianças em idade escolar. No primeiro caso, as crianças deverão ser acompanhadas por um adulto.
Pretendemos com esta história que as crianças desenvolvam:
e dar noções de:- a atenção
- a concentração
- o raciocínio
- a memória
- o espírito lúdico
Estarão também subjacentes as noções de amizade, solidariedade, espírito de inter-ajuda e partilha.- tamanho
- forma
- existência de diferentes materiais
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
HISTÓRIA EM QUADRINHOS
Veja como é fácil trabalhar história em quadrinhos com seus alunos!
Aqui estam dois exemplos.
Fonte: www.pixton.com/br/my-comics/not-posted
CARTA DE DESPEDIDA
Planaltina DF Segunda feira 10/01/2011
Bom dia dona Antônia...
Estou escrevendo esta pequena cartinha para me despedir da senhora.
É a última vez que venho aqui no seu restaurante, o Tradição Mineira, gosto muito daqui, tudo é organizado, limpinho, uma comida muito gostosa.
Estamos indo embora, eu minha mãe Mariana, e meus irmãos Pedrinho e Daniel.
Vamos mudar para outra cidade.
A cidade para onde vamos mudar chama - se Formasa Goiás.
Minha mãe disse que é uma cidade histórica, muito bonita, que minha avó mora lá desde que nasceu.
Precisamos mudar porque minha mãe não pode mais pagar o aluguel, ela ficou desenpregada, agora vamos morar na casa da minha avó Joana.
Estou muito triste porque não posso levar minha gatinha de estimação,Mimosa, então gostaria de pedir a senhora que cuide dela para mim.
Não posso levar ela porque minha avó está doente, ela tem bronquite e não pode ter nenhum animal em casa, não pode usar cortinas e nem tapetes.
Minha mãe disse que está gostando porque vai poder cuidar da minha avó, pois ela mora sozinha.
Estou triste também porque vou mudar de escola, vou ficar sem ver meus coleguinhas da minha turma, e de todos da minha escola.
Minha professora disse que vai ficar com muitas saudades de mim, disse tambem que vai me mandar, sempre que puder, uma cartinha.
Eu gosto de brincar com a Juliana, ela estuda na minha turma, sempre depois da aula ela vai para minha casa para brincar de casinha e de escolinha comigo.
Eu gosto mais de brincar de escolinha porque quando eu crercer quero ser professora, igual a minha professora, ela me ensina tudo direitinho, tem paciência comigo, e disse que toda criança deve estudar, e correr atraz dos seus sonhos e realizá - los.
Minha mãe disse que não é para eu ficar triste, porque lá onde vamos morar, eu irei fazer muitos amiguinhos, estudar em uma nova escola, conhecer novas pessoas, e que lá perto fica a cachoeira do Itiquira, que ela vai me levar para conhecer, que é muito linda.
Um dia vou levar a senhora para conhecer a cachoeira do Itiquira tambem!
Beijos...
Maria.
Bom dia dona Antônia...
Estou escrevendo esta pequena cartinha para me despedir da senhora.
É a última vez que venho aqui no seu restaurante, o Tradição Mineira, gosto muito daqui, tudo é organizado, limpinho, uma comida muito gostosa.
Estamos indo embora, eu minha mãe Mariana, e meus irmãos Pedrinho e Daniel.
Vamos mudar para outra cidade.
A cidade para onde vamos mudar chama - se Formasa Goiás.
Minha mãe disse que é uma cidade histórica, muito bonita, que minha avó mora lá desde que nasceu.
Precisamos mudar porque minha mãe não pode mais pagar o aluguel, ela ficou desenpregada, agora vamos morar na casa da minha avó Joana.
Estou muito triste porque não posso levar minha gatinha de estimação,Mimosa, então gostaria de pedir a senhora que cuide dela para mim.
Não posso levar ela porque minha avó está doente, ela tem bronquite e não pode ter nenhum animal em casa, não pode usar cortinas e nem tapetes.
Minha mãe disse que está gostando porque vai poder cuidar da minha avó, pois ela mora sozinha.
Estou triste também porque vou mudar de escola, vou ficar sem ver meus coleguinhas da minha turma, e de todos da minha escola.
Minha professora disse que vai ficar com muitas saudades de mim, disse tambem que vai me mandar, sempre que puder, uma cartinha.
Eu gosto de brincar com a Juliana, ela estuda na minha turma, sempre depois da aula ela vai para minha casa para brincar de casinha e de escolinha comigo.
Eu gosto mais de brincar de escolinha porque quando eu crercer quero ser professora, igual a minha professora, ela me ensina tudo direitinho, tem paciência comigo, e disse que toda criança deve estudar, e correr atraz dos seus sonhos e realizá - los.
Minha mãe disse que não é para eu ficar triste, porque lá onde vamos morar, eu irei fazer muitos amiguinhos, estudar em uma nova escola, conhecer novas pessoas, e que lá perto fica a cachoeira do Itiquira, que ela vai me levar para conhecer, que é muito linda.
Um dia vou levar a senhora para conhecer a cachoeira do Itiquira tambem!
Beijos...
Maria.
domingo, 9 de janeiro de 2011
OS SONHOS ALIMENTAM A VIDA...
Os sonhos são como vento, você os sente, mas não sabe de onde eles vieram e nem para onde vão. Eles inspiram o poeta, animam o escritor, arrebatam o estudante, abrem a inteligência do cientista, dão ousadia ao líder. Eles nascem como flores nos terrenos da inteligência e crescem nos vales secretos da mente humana, um lugar que poucos exploram e compreendem. Sem sonhos, as perdas se tornam insuportáveis, as pedras do caminho se tornam montanhas, os fracassos se transformam em golpes fatais. Mas, se você tiver grandes sonhos... Seus erros produzirão crescimento, seus desafios produzirão oportunidades, seus medos produzirão coragem.
Por isso, meu ardente desejo é que você NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS.
UM FELIZ ANO NOVO PARA TODOS, CHEIO DE SONHOS A SE REALIZAREM!
Ana Cleide
sábado, 8 de janeiro de 2011
JOGO DE XADREZ
Por que jogar xadrez? Seu objetivo, educar o raciocínio.
O Xadrez estimula a atividade intelectual e estabiliza a personalidade de crianças e jovens durante seu crescimento. Isso é evidente, sobretudo, na puberdade: crianças que jogam Xadrez apresentam menos crises decorrentes das transformações dessa fase etária do que as que não jogam.
O raciocínio lógico e a capacidade de cálculo são estimulados, produzindo excelentes resultados no desempenho escolar, com destaque particularmente notável nos casos da Física e da Matemática.
Em aspectos gerais, os alunos que jogam Xadrez apresentam nítida superioridade em força de vontade, tenacidade, memória e concentração.
O Xadrez ensina a criança a avaliar as conseqüências dos seus atos, tornando-as mais prudentes e responsáveis.
Xadrez é o segundo esporte mais praticado no mundo, abaixo apenas do futebol. É um grande impulsionador da imaginação, que também contribui para o desenvolvimento da memória, da capacidade de concentração, da velocidade de raciocínio, crescimento do poder de atenção, a antecipação de situações e a valorização do respeito às regras. Foi constatado que o Xadrez desempenha um importante papel socializante, por ensinar a lidar com a derrota e com a vitória, mostrando que a derrota não é sinônimo de fracasso nem vitória é sinônimo de sucesso.
O Xadrez é capaz de mostrar as conseqüências de atitudes displicentes, que não tenham sido previamente calculadas e, por conseguinte, estimula o hábito de refletir antes de agir, além de ensinar a arcar com as responsabilidades dos próprios atos. Opiniões e pesquisas de pedagogos, psicólogos, intelectuais e instrutores de xadrez, mostra os benefícios práticos que podem ser alcançados pela prática desse esporte, conclui-se que o Xadrez contribui para o desenvolvimento das faculdades mentais.
Num estudo realizado na ex-Alemanha Oriental, comparando o desenvolvimento de vários estudantes de diversas idades, separando-os em dois grupos, foi possível perceber que ouve uma grande diferença no aprendizado entre os que jogavam e os que não jogavam Xadrez por que:
Também em pesquisas realizadas na Inglaterra, chegou-se à conclusão de que a concentração e a habilidade em formular e posteriormente concretizar planos no tabuleiro contribui significativamente para a tomada de decisões e execução das mesmas no jogo muito mais importante, que é o jogo da vida.
No caso das crianças e jovens, o Xadrez estimula o desenvolvimento intelectual; no caso dos adultos e idosos, o Xadrez contribui preservando por mais tempo a agilidade mental. O Xadrez merece crédito, porque ensina às crianças o mais importante na solução de um problema, que é saber olhar e entender a realidade que se apresenta. E, além disso, aprender que as peças no Xadrez não tem valores absolutos, que se deve controlar a posição das demais peças, tanto as próprias quanto as do adversário, para armar uma estratégia. Ter a percepção de flexibilidade e reversibilidade do pensamento que ordena o jogo.
Quantas vezes podemos notar crianças fracassando em matemática, por exemplo, ao não entenderem o que o enunciado do problema lhes diz? Não sabem analisá-lo, aprendem fórmulas de memória; quando encontram textos diferentes não acham a resposta correta. O jogo de xadrez é disputado entre dois oponentes que movem peça alternadamente sobre um tabuleiro quadrado denominado "tabuleiro de xadrez". O jogador com as peças brancas começa o jogo. Diz-se que um jogador "tem a vez de jogar", quando a jogada do seu oponente tiver sido feita. O objetivo de cada jogador é colocar o rei do adversário "sob ataque" de tal forma que o adversário não tenha lance legal que possa evitar a captura do seu rei no próximo lance. O jogador que alcançar esse objetivo diz-se que deu xeque mate no rei do adversário e venceu a partida. O adversário cujo rei sofreu xeque mate perdeu a partida. A partida esta empatada se resultar numa posição em que nenhum dos jogadores tem a possibilidade de dar xeque mate ou o rei não tiver opção de lance sem levar o mesmo à casa atacada.
O tabuleiro de xadrez e composto de uma rede de 8x8 com 64 casas iguais alternadamente claras (as casas brancas) e escuras (as casas pretas). O tabuleiro é colocado entre os jogadores de tal forma que a casa do canto à direita de cada jogador é branca. No inicio da partida, um jogador tem 16 peças de cor clara (as peças brancas); e o outro tem 16 peças de cor escura (as peças "pretas"). Essas peças são as seguintes:
PESSOAL, ESSE ESPAÇO AQUI AO LADO E ESSE LOGO ABAIXO, SERIA PARA AS IMAGENS DAS PEÇAS DO JOGO, NÃO CONSEGUI POSTÁ - LAS.
Um rei branco
Um rei branco
Uma dama branca
Duas torres brancas
Dois bispos brancos
Dois cavalos brancos
Oito peões brancos
Um rei preto
Uma dama preta
Duas torres pretas
Dois bispos pretos
Dois cavalos pretos
Oito peões pretos
A posição inicial das peças no tabuleiro é a seguinte:
Oito casas dispostas verticalmente são chamadas de "colunas". Oito casas dispostas horizontalmente são chamadas de "fileiras". As linhas retas de casas da mesma cor, dispostas no mesmo sentido, são chamadas de "diagonais” nenhuma peça pode ser movida para uma casa ocupada por uma peça de mesma cor. Se uma peça move-se para uma casa ocupada por uma peça do oponente, esta última é capturada e retirada do tabuleiro, como parte do mesmo movimento. Diz-se que uma peça está atacando uma peça do adversário se a peça puder efetuar uma captura naquela casa.
A torre move-se a qualquer casa ao longo da coluna ou fileira que ocupa, o bispo pode mover-se para qualquer casa ao longo da diagonal que ocupa. A dama pode mover-se para qualquer casa ao longo da coluna, fileira ou diagonal que ocupa. Ao fazer esses lances, o bispo, a torre ou a dama não podem pular sobre qualquer peça situada em sua trajetória. O cavalo move-se para uma das casas mais próxima em relação a qual ocupa, mas não na mesma coluna, fileira ou diagonal, não importando se no caminho à peça, olhando sim a sua “casa” de destino.
O peão pode mover-se para uma casa vazia, imediatamente a sua frente, na mesma coluna, ou; Em seu primeiro lance o peão pode mover-se conforme dito na alínea "a" acima; alternativamente ele pode avançar duas casas ao longo da mesma coluna, desde que ambas estejam livres, ou; O peão pode mover-se para uma casa ocupada por uma peça do oponente, que esteja diagonalmente a sua frente, numa coluna adjacente, capturando aquela peça; Um peão atacando uma casa atravessada pelo peão do oponente que acaba de avançar duas casas num único lance vindo de sua casa original pode capturar este peão oponente como se aquele tivesse movido apenas uma casa. Esta captura pode ser feita apenas no movimento seguinte ao referido avanço é chamada de tomada "en passant".
Quando o peão alcança a fileira mais distante, em relação à posição inicial, deve ser trocado como parte de uma mesma jogada por uma dama, torre, bispo, ou cavalo da mesma cor. A escolha do jogador não está restrita a peças previamente capturadas. Esta troca de um peão por outra peça é chamada de "promoção" e a ação da peça promovida é imediata.
Há duas formas distintas de mover o rei: movendo-se para qualquer casa adjacente não atacada por uma ou mais peças do oponente. As peças dos oponentes atacam uma casa, mesmo se tais peças não podem mover-se.
"rocando". Este é um lance efetuado com o rei e uma das torres de mesma cor na mesma fileira, levando-se em conta como um único lance de rei é executado da seguinte forma: o rei é transferido de sua casa original a duas casas em direção a torre, em seguida, a torre e transferida para a casa a que o rei acabou de atravessar. O roque e ilegal: se o rei já foi movido, ou com uma torre que já tenha se movido, Roque não é permitido temporariamente se a casa que o rei ocupa, ou a casa pela qual deve passar, ou ainda a casa a que ele passará a ocupar, estiver atacada por uma ou mais peças do oponente. Se houver alguma peça entre o rei e a torre com a qual o roque será efetuado. O rei é considerado "em xeque", se estiver sob o ataque de uma ou mais peças do oponente, mesmo que essa peça não possam se mover. Não é obrigatório avisar um xeque. Nenhuma peça pode ser movida que exponha seu próprio rei a um xeque ou deixe seu próprio rei em xeque.
A partida é ganha pelo jogador que der xeque mate no rei do oponente. Isto imediatamente termina a partida, desde que o lance que produziu a posição de xeque mate tenha sido um lance legal. A partida é vencida pelo jogador cujo oponente declara que abandona. Isto imediatamente termina a partida.
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