Era uma vez três porquinhos que viviam com a sua mãe. Um dia ela disse-lhes:
- Queridos filhos, penso que já são grandinhos para viverem sózinhos e poderem trabalhar . Têm braços fortes e não lhes falta inteligência para pensar o que é melhor para cada um. Primeiro têm de construír as vossas próprias casas, perto uns dos outros e contarem com todos os perigos que possam surgir.
Os porquinhos puseram-se a caminho. De todos os três, o pequeno era o mais trabalhador, o do meio era trapalhão e o maior era preguiçoso. Como o mais velho era preguiçoso fez a casa de palha para ser feita mais depressa.
O do meio fez a casa de madeira pois também não gostava muito de trabalhar. Mas, o mais novo, o mais trabalhador, fez a sua com cimento e tijolos.
Um dia, apareceu o lobo que com um sopro derrubou a casa do mais velho e, com outro sopro derrubou a casa do porquinho do meio.
Os dois porquinhos muito amedrontados correram para casa do irmão mais novo com o lobo correndo atrás deles para os comer. O porquinho pequeno abriu-lhes a porta rapidamente e os irmãos entraram muito admirados por verem uma casa tão forte e tão bonita. O lobo pensava que a derrubava, soprava e dizia:
- Soprarei, soprarei e a casa derrubarei.
Mas, a casa era forte e ele não a conseguiu derrubar. Então, o lobo muito envergonhado fugiu e não voltou mais. Os porquinhos ficaram tão felizes que fizeram uma grande festa.
História adaptada por: Noélia Ataíde
Esta história é destinada a crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos; podendo também participar nela crianças em idade escolar. No primeiro caso, as crianças deverão ser acompanhadas por um adulto.
Pretendemos com esta história que as crianças desenvolvam:
e dar noções de:- a atenção
- a concentração
- o raciocínio
- a memória
- o espírito lúdico
Estarão também subjacentes as noções de amizade, solidariedade, espírito de inter-ajuda e partilha.- tamanho
- forma
- existência de diferentes materiais




Adorei ver aqui a minha adaptação de Os três porquinhos.
ResponderExcluirMuio obrigada
Noélia Ataíde