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“A paciência é como a quilha de um barco: ela nos permite manter a estabilidade nos mares mais revoltos da vida enquanto continuamos a nos mover na direção que desejamos".


(Mary Jane Ryan, O poder da paciência, pag. 12)

sábado, 8 de janeiro de 2011

JOGO DE XADREZ

 Por que jogar xadrez? Seu objetivo, educar o raciocínio. 

       Xadrez é o segundo esporte mais praticado no mundo, abaixo apenas do futebol. É um grande impulsionador da imaginação, que também contribui para o desenvolvimento da memória, da capacidade de concentração, da velocidade de raciocínio, crescimento do poder de atenção, a antecipação de situações e a valorização do respeito às regras. Foi constatado que o Xadrez desempenha um importante papel socializante, por ensinar a lidar com a derrota e com a vitória, mostrando que a derrota não é sinônimo de fracasso nem vitória é sinônimo de sucesso.
      O Xadrez é capaz de mostrar as conseqüências de atitudes displicentes, que não tenham sido previamente calculadas e, por conseguinte, estimula o hábito de refletir antes de agir, além de ensinar a arcar com as responsabilidades dos próprios atos. Opiniões e pesquisas de pedagogos, psicólogos, intelectuais e instrutores de xadrez, mostra os benefícios práticos que podem ser alcançados pela prática desse esporte, conclui-se que o Xadrez contribui para o desenvolvimento das faculdades mentais.
        Num estudo realizado na ex-Alemanha Oriental, comparando o desenvolvimento de vários estudantes de diversas idades, separando-os em dois grupos, foi possível perceber que ouve uma grande diferença no aprendizado entre os que jogavam e os que não jogavam Xadrez por que:
*      O Xadrez estimula a atividade intelectual e estabiliza a personalidade de crianças e jovens durante seu crescimento. Isso é evidente, sobretudo, na puberdade: crianças que jogam Xadrez apresentam menos crises decorrentes das transformações dessa fase etária do que as que não jogam.
*      O raciocínio lógico e a capacidade de cálculo são estimulados, produzindo excelentes resultados no desempenho escolar, com destaque particularmente notável nos casos da Física e da Matemática.
*      Em aspectos gerais, os alunos que jogam Xadrez apresentam nítida superioridade em força de vontade, tenacidade, memória e concentração.
*      O Xadrez ensina a criança a avaliar as conseqüências dos seus atos, tornando-as mais prudentes e responsáveis.
      Também em pesquisas realizadas na Inglaterra, chegou-se à conclusão de que a concentração e a habilidade em formular e posteriormente concretizar planos no tabuleiro contribui significativamente para a tomada de decisões e execução das mesmas no jogo muito mais importante, que é o jogo da vida.
      No caso das crianças e jovens, o Xadrez estimula o desenvolvimento intelectual; no caso dos adultos e idosos, o Xadrez contribui preservando por mais tempo a agilidade mental. O Xadrez merece crédito, porque ensina às crianças o mais importante na solução de um problema, que é saber olhar e entender a realidade que se apresenta. E, além disso, aprender que as peças no Xadrez não tem valores absolutos, que se deve controlar a posição das demais peças, tanto as próprias quanto as do adversário, para armar uma estratégia. Ter a percepção de flexibilidade e reversibilidade do pensamento que ordena o jogo.
      Quantas vezes podemos notar crianças fracassando em matemática, por exemplo, ao não entenderem o que o enunciado do problema lhes diz? Não sabem analisá-lo, aprendem fórmulas de memória; quando encontram textos diferentes não acham a resposta correta. O jogo de xadrez é disputado entre dois oponentes que movem peça alternadamente sobre um tabuleiro quadrado denominado "tabuleiro de xadrez". O jogador com as peças brancas começa o jogo. Diz-se que um jogador "tem a vez de jogar", quando a jogada do seu oponente tiver sido feita. O objetivo de cada jogador é colocar o rei do adversário "sob ataque" de tal forma que o adversário não tenha lance legal que possa evitar a captura do seu rei no próximo lance. O jogador que alcançar esse objetivo diz-se que deu xeque mate no rei do adversário e venceu a partida. O adversário cujo rei sofreu xeque mate perdeu a partida. A partida esta empatada se resultar numa posição em que nenhum dos jogadores tem a possibilidade de dar xeque mate ou o rei não tiver opção de lance sem levar o mesmo à casa atacada.
     O tabuleiro de xadrez e composto de uma rede de 8x8 com 64 casas iguais alternadamente claras (as casas brancas) e escuras (as casas pretas). O tabuleiro é colocado entre os jogadores de tal forma que a casa do canto à direita de cada jogador é branca. No inicio da partida, um jogador tem 16 peças de cor clara (as peças brancas); e o outro tem 16 peças de cor escura (as peças "pretas"). Essas peças são as seguintes:
                         
PESSOAL, ESSE ESPAÇO AQUI AO LADO  E ESSE LOGO ABAIXO, SERIA PARA AS IMAGENS DAS PEÇAS DO JOGO, NÃO CONSEGUI POSTÁ - LAS. 
Um rei branco     

Uma dama branca

Duas torres brancas

Dois bispos brancos

Dois cavalos brancos

Oito peões brancos                 

Um rei preto             

Uma dama preta     

Duas torres pretas  

Dois bispos pretos  

Dois cavalos pretos

Oito peões pretos


A posição inicial das peças no tabuleiro é a seguinte:


            
 













      Oito casas dispostas verticalmente são chamadas de "colunas". Oito casas dispostas horizontalmente são chamadas de "fileiras". As linhas retas de casas da mesma cor, dispostas no mesmo sentido, são chamadas de "diagonais” nenhuma peça pode ser movida para uma casa ocupada por uma peça de mesma cor. Se uma peça move-se para uma casa ocupada por uma peça do oponente, esta última é capturada e retirada do tabuleiro, como parte do mesmo movimento. Diz-se que uma peça está atacando uma peça do adversário se a peça puder efetuar uma captura naquela casa.
       A torre move-se a qualquer casa ao longo da coluna ou fileira que ocupa, o bispo pode mover-se para qualquer casa ao longo da diagonal que ocupa. A dama pode mover-se para qualquer casa ao longo da coluna, fileira ou diagonal que ocupa. Ao fazer esses lances, o bispo, a torre ou a dama não podem pular sobre qualquer peça situada em sua trajetória. O cavalo move-se para uma das casas mais próxima em relação a qual ocupa, mas não na mesma coluna, fileira ou diagonal, não importando se no caminho à peça, olhando sim a sua “casa” de destino.

      O peão pode mover-se para uma casa vazia, imediatamente a sua frente, na mesma coluna, ou; Em seu primeiro lance o peão pode mover-se conforme dito na alínea "a" acima; alternativamente ele pode avançar duas casas ao longo da mesma coluna, desde que ambas estejam livres, ou; O peão pode mover-se para uma casa ocupada por uma peça do oponente, que esteja diagonalmente a sua frente, numa coluna adjacente, capturando aquela peça; Um peão atacando uma casa atravessada pelo peão do oponente que acaba de avançar duas casas num único lance vindo de sua casa original pode capturar este peão oponente como se aquele tivesse movido apenas uma casa. Esta captura pode ser feita apenas no movimento seguinte ao referido avanço é chamada de tomada "en passant".
      Quando o peão alcança a fileira mais distante, em relação à posição inicial, deve ser trocado como parte de uma mesma jogada por uma dama, torre, bispo, ou cavalo da mesma cor. A escolha do jogador não está restrita a peças previamente capturadas. Esta troca de um peão por outra peça é chamada de "promoção" e a ação da peça promovida é imediata.
      Há duas formas distintas de mover o rei: movendo-se para qualquer casa adjacente não atacada por uma ou mais peças do oponente. As peças dos oponentes atacam uma casa, mesmo se tais peças não podem mover-se.
 "rocando". Este é um lance efetuado com o rei e uma das torres de mesma cor na mesma fileira, levando-se em conta como um único lance de rei é executado da seguinte forma: o rei é transferido de sua casa original a duas casas em direção a torre, em seguida, a torre e transferida para a casa a que o rei acabou de atravessar. O roque e ilegal: se o rei já foi movido, ou com uma torre que já tenha se movido, Roque não é permitido temporariamente se a casa que o rei ocupa, ou a casa pela qual deve passar, ou ainda a casa a que ele passará a ocupar, estiver atacada por uma ou mais peças do oponente. Se houver alguma peça entre o rei e a torre com a qual o roque será efetuado. O rei é considerado "em xeque", se estiver sob o ataque de uma ou mais peças do oponente, mesmo que essa peça não possam se mover. Não é obrigatório avisar um xeque. Nenhuma peça pode ser movida que exponha seu próprio rei a um xeque ou deixe seu próprio rei em xeque.

      A partida é ganha pelo jogador que der xeque mate no rei do oponente. Isto imediatamente termina a partida, desde que o lance que produziu a posição de xeque mate tenha sido um lance legal. A partida é vencida pelo jogador cujo oponente declara que abandona. Isto imediatamente termina a partida.

2 comentários:

  1. Ana,


    Suas postagens estão boas só não digo sensacionais porque estão muito extensas e isso deixa o leitor cansado...
    Mais parabéns, mesmo assim, estou gostando bastante...

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  2. Vendo sua postagem sobre o xadrez lembrei do meu primeiro contato com esse jogo pela primeira vez aqui na faculdade. Confesso que me encantei com suas façanhas e sua grande importância em sala de aula. Só não aprendi jogar, mas como dizem né, a esperança é a última que morre né.

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